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A Definir

Curso Básico de Piscicultura

Sistemas de Recirculação de água para peixes e camarões

Mini-curso: Sistemas de Recirculação de água para peixes e camarões

 

   
 

 

 

 

 
 
Cursos 2010 - A Definir
 

Aqüicultura no Brasil Constituído por 8.400 km de costa marítima e mais de 5 milhões de hectares de água doce, o Brasil investe pesado na atividade.

Segundo o documento “Estado Mundial da Pesca e Aqüicultura em 2002” publicado pela FAO em 2003, a partir de 1970, a aqüicultura mundial vem apresentando índices médios anuais de crescimento de 9,2 %, comparados com apenas 1,4 % na pesca extrativa e 2,8 na produção de animais terrestres. A China permanece como o maior produtor, com 71 % do volume e cerca de 50 % em termos de valor.

A aqüicultura nacional também está crescendo. O potencial do Brasil para o desenvolvimento da aqüicultura é imenso, constituído por 8.400 km de costa marítima, 5.500.000 hectares de reservatórios de águas doces [aproximadamente 12 % da água doce disponível no planeta], clima extremamente favorável para o crescimento dos organismos cultivados, terras disponíveis e ainda relativamente baratas na maior parte do País, mão-de-obra abundante e crescente demanda por pescado no mercado interno são apenas alguns pontos a serem destacados.

O setor aquícola comercial brasileiro se firmou como uma atividade econômica no cenário nacional da produção de alimentos a partir de 1990, época em que nossa produção de pescado cultivado girava em torno de 25.000 toneladas/ano. Desde então, os diversos segmentos do setor (piscicultura, carcinicultura, malacocultura e outros) têm se desenvolvido de forma bastante acelerada, de tal forma que, em 2000, o Brasil produziu cerca de 150.000 toneladas de pescado via cultivo. Em 2004 o número saltou para 270 mil toneladas. O estudo Aqüicultura no Brasil – O Desafio é Crescer estima que a produção da atividade pode chegar a 757 mil toneladas de produção em 2011, caso as potencialidades do país sejam aproveitadas nos próximos anos.

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Maricultura em Florianópolis

Segmento da aqüicultura nacional, a maricultura tem encontrado terreno fértil em Santa Catarina.

A aqüicultura está se consolidando no Brasil como uma atividade de importância econômica e fonte geradora de emprego e renda. Quando o assunto é a maricultura brasileira, deve-se considerar as características oceanográficas regionais. No estado de Santa Catarina, a maricultura tem encontrado terreno fértil. Cerca de 90% da produção nacional de moluscos se concentra no Estado, segundo as informações do Epagri.

Além de apresentar condições climáticas e ambientais favoráveis e um litoral bastante recortado, com baías abrigadas, a pesquisa universitária e a extensão universitária foram importantes no processo de crescimento dessa atividade. Os municípios de Palhoça, Florianópolis, Governador Celso Ramos, Bombinhas, Penha e São Francisco do Sul são responsáveis pelos maiores índices de produção do estado.

As condições favoráveis de temperatura das águas e baías abrigadas também fazem com que o Estado se destaque na produção de ostras do pacífico (Crassostrea gigas) e mexilhões (Perna perna). Para estes, os imensos bancos naturais de sementes espalhadas por toda a costa rochosa do litoral catarinense são fatores favoráveis.

Fonte: Epagri

Investimentos - O ministro da Pesca e Aqüicultura, Altemir Gregolin, liberou a quantia de R$ 12,6 milhões para o estado catarinense. A quantia, aprovada no fim de dezembro de 2009, será voltada à infraestrutura, para desenvolver a piscicultura, e apoio à pesca, como obras de dragagem e subsídios ao óleo diesel.

De acordo com o ministro, Santa Catarina tem notória importância pelo potencial que possui e produz. “E a produção tem aumentado nos vários segmentos, tanto na pesca, como na maricultura e na piscicultura”.

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Tendências da aqüicultura

Segundo o Ministério da Aqüicultura e Pesca, produção aquícola nacional deve crescer rapidamente, com tecnologia e controle sanitário.

O Ministério da Aqüicultura e Pesca (MPA) fez uma análise conjuntural da aqüicultura brasileira e destacou alguns pontos especiais. Segundo o MPA, a produção aquícola nacional deve crescer rapidamente, com tecnologia e controle sanitário. Veja a íntegra dos itens divulgados:

  • Aumento substancial na produção de camarões marinhos
  • Aumento na produção de moluscos, especialmente ostras e vieiras
  • Aumento significativo na produção de peixes de água doce, especialmente das tilápias e de algumas espécies nativas
  • Rápido desenvolvimento do cultivo em gaiolas ou tanques-redes nos reservatórios
  • Aumento do uso de rações comerciais e diminuição dos cultivos realizados à base de estercos de animais terrestres
  • Priorização de espécies autóctones nas bacias hidrográficas mais preservadas, tais como a Amazônica e a do Paraguai
  • Maior atenção ao controle sanitário dos organismos aquáticos
  • Maiores restrições relativas ao uso e contaminação das águas doces
  • Maior uso de equipamentos utilizados em sistemas intensivos
  • Maior dificuldade de introdução de novas espécies exóticas no país
  • Mais atenção aos mercados externos e à exportação
  • Aumento no número de produtos aquícola processados e com valor agregado
  • Segundo o MPA, em termos tecnológicos, os pontos mais fortes do setor aquícola brasileiro podem ser observados na carcinicultura marinha e na ranicultura, que alcançaram altos níveis de desenvolvimento. As maiores deficiências tecnológicas ainda residem no cultivo de vieiras e de peixes marinhos, áreas em que o país ainda está em fase embrionária.

    Outro fato que merece atenção, para o ministério, é a relativa carência de mão-de-obra especializada para a atividade, tanto no setor público como na iniciativa privada. Também a valorização dos produtos pesqueiros pelas suas qualidades nutricionais e para a preservação da saúde humana tem contribuído para um aumento na demanda pelos mesmos no mercado interno, que apresenta um elevado potencial de elasticidade se tivermos em mente que o consumo médio anual de pescado per capita é de apenas 6,8 kg/habitante.

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    DIA DE CAMPO SOBRE TANQUE REDE

    Será no dia 11 de Setembro de 2010 em Paraibuna - SP.
    Pela manhã haverá uma palestra abordando os seguintes tópicos:

  • Aspectos Legais
  • Custo de produção
  • Produção de juvenis
  • Espécies produzidas
  • Arraçoamento
  • Manejo
  • Na parte da tarde será feita uma visita a uma estação de juvenis e uma piscicultura de produção. Será demonstrado o dia a dia da atividade, tais como, embarque, pesagem, planilhas de controle, estocagem, arraçoamento, equipos utilizados, etc.

    Haverá sorteio de um TANQUE REDE de 2 x2x1,5 mts aos participantes. Será cobrado adesão de R$ 50,00, estando incluído almoço e apostila.
    Para se inscrever, acesse www.abracoa.com.br e clique em cursos e veja a forma de pagamento.
    Vagas limitadas.

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    Curso Básico de Piscicultura

    DIA :

    DAS 10 ÀS 17 HORAS

    • PROGRAMA:
    • Tipos de solo para construção de viveiros;
    • Custos da terraplenagem. Construção do monge;
    • Qualidade e quantidade de água para piscicultura;
    • Temperatura, pH, calagem, adubação;
    • Fitoplâncton e zooplâncton. Disco de Secchi;
    • Custo do alevino e do peixe gordo. Produção toneladas/ano;
    • Alimentação: Custo da ração, conversão alimentar;
    • Doenças: prevenção e tratamento;
    • Transporte de peixes vivos, peixamento;
    • Comercialização;
    • Instalação e modernização de pesqueiros: viveiros, estacionamentos, bares, restaurantes, lojas, abrigos para pescadores, capacidade do pesqueiro;
    • Registro de aquicultor e regularização ambiental.
       

    Valor: R$ 130,00 o Dia de Curso

    (ANTECIPADO)

    Estão incluídos: 1 apostila e 1 certificado de participação.

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    Sistemas de Recirculação de água para peixes e camarões

    DIA :

    DAS 10 ÀS 17 HORAS

    local: Parque da Água Branca - São Paulo - SP

     

    - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

    Valor: R$ 130,00 o Dia de Curso

    (ANTECIPADO)

    ( Estão incluídos nesse valor : 1 apostila e 1 certificado )

     

     

    Inscrição e Forma de Pagamento


    1- Depósito Bancário: Banco Santander - Agência 0220 - C/C 13002250-5
    2- DOC (Internet): Transferência entre contas ou bancos (CNPJ 52.168.143/0001-00)
    3- Pessoalmente na sede da ABRACOA (informe-se sobre o horário de atendimento).


    obs.: Após efetuar o pagamento, favor enviar o comprovante de depósito com seu nome e telefone de contato para o fax (11) 3672- 8274 ou para o e-mail abracoa@uol.com.br

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